Inevitavelmente escorrego
pelo fio da navalha,
até ao fundo do copo,
junto ao filtro do último cigarro.
Agora que a porta do bar se fechou,
a calçada parece menos firme.
Fim de noite,
olhos de madrugada,
prenúncio de enxaqueca.
Tomemos um café e um Guronsan.
O beijo poderá ficar para mais tarde.
Baldanders, Maio de 2007

2 comentários:
Poemando?!
De surpresa em surpresa,
até ao choque final?
É a febre do fenos...
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